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Desperdícios
segunda-feira, 17 de outubro de 2011 | 20:56 | Link do post | 0 comments
Aos sentimentos desnecessários, Aos pequenos gestos. Não me agrada a revolução da informática, Mas sim, o arcaico modo de comunicação, Sem muitas palavras e inúmeros olhares. Respeito os seres desimportantes, E ignoro pessoas cultas desta louca sociedade, Fazendo com que todos me achem um louco, Um desimportante. Mas é este o meu objetivo, Não quero a fama, nem o sucesso, Quero viver, e basta. Para que abundância em riqueza, Se o que verdadeiramente importa é a felicidade. Eu não pertenço à era da informação, Gosto das brincadeiras de quintal, Das casas de árvore, de olhar a natureza, E quem saber conseguir contar as estrelas. A minha música é o som das águas e dos passarinhos, Que me encanta nas tardes sombrias, Prezo a lentidão, do que vale a velocidade, Tenho em mim um atraso, Sou colhedor de desperdícios. Autoria: Dener Cardoso |
Poetry [...] Eu sou frio, sou quente; Sou rútilo, sou desvanecido; Sou fiel, sou pérfido; Sou singular, sou plural; Eu sou um paradoxo, onde nem o meu eu é capaz de entender. Blogger |