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DENER,
Brasileiro, 17 anos, graduando em Fonoaudiologia pela Universidade Estadual de Ciências
da Saúde de Alagoas - UNCISAL, amante da literatura, viciado em seriados!
Um louco pensador que tenta desvendar os mistérios das entrelinhas da vida...
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Amor, Segundo Cury
terça-feira, 16 de novembro de 2010 | 16:31 | Link do post | 0 comments

O Que mais somos em grande parte do nosso tempo? Homens ou mulheres, machos ou fêmeas? Se estudarmos a construção da inteligência e as necessidades psíquicas fundamentais, constataremos que na maior parte do nosso tempo não somos nem machos nem fêmeas, homens ou mulheres, mas apenas seres humanos, que possuem necessidades universais.
Quais são essas necessidades universais? Necessidades de prazer, de entretenimento, de sonhar, de ter sentido existencial, de superar as angústias existenciais, de transcender os estresses psicossociais, de superar a solidão, de desenvolver a criatividade, de trabalhar, de atingir objetivos, de alimentar-se, de repor as energias durante o sono, de amar, e também de satisfação sexual. Quando procuramos evidenciar excessivamente nossa masculinidade ou feminilidade, provavelmente está havendo um comprometimento da sanidade psíquica.
Amar é provavelmente a necessidade universal mais sublime e mais difícil de ser atendida. Os romancistas discursaram sobre o amor, os poetas o proclamaram, mas na prática não é fácil conquistá-lo.
Cristo discursava sobre um amor estonteante, um amor que gera uma fonte de prazer e de sentido existencial. Aquele simples homem de Nazaré, que teve tantas dificuldades na vida, que sofreu desde a infância e, quando adulto, não tinha onde reclinar a cabeça, não apenas extraiu sabedoria da sua dor e poesia da sua miséria, mas ainda achou fôlego para falar de um amor arrebatador: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (João 13:34).
Ele discursava sobre um amor difícil de ser investigado, que está muito além dos limites da sexualidade e dos interesses particulares. Um amor que se doa e que se preocupa mais com os outros do que consigo mesmo.

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Poetry


[...] Eu sou frio, sou quente;
Sou rútilo, sou desvanecido;
Sou fiel, sou pérfido;
Sou singular, sou plural;
Eu sou um paradoxo,
onde nem o meu eu é capaz de entender.












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